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sábado, 27 de outubro de 2012

domingo, 18 de abril de 2010

Carta à um amor do passado


Nós pensávamos que quando acabássemos iríamos morrer, iríamos chorar até nossas lágrimas secarem e inundarem o mundo. Mas quando acontece a gente percebe que não fora tão duro assim que na verdade aquilo tinha que acontecer e sem que percebêssemos, rezávamos todo dia pedindo por isso.
Não foi falta de amor, talvez ele nem tenha existido, talvez era só uma amizade bonita e sincera como no princípio, uma carência e uma afinidade fora do comum que fora de extrema importância para colocar os pingos nos “is”. Alguns momentos durarão para sempre como uma bela fotografia presa na parede da nossa memória junto com todas as outras que nos remetem a momentos bons. Não esquecerei dos seus beijos, dos seus abraços e principalmente das nossas longas conversas.
Por mais que a gente queria, nunca é fácil dizer “adeus”. A acomodação e o medo da incerteza não nos permite fazer isso. Tenho certeza que foi melhor assim e que nossa amizade permanecerá intacta. Torço muito para que encontre o outro pedaço de sua alma, e sei que você me deseja o mesmo.

Sempre prometo que vou tentar postar mais vezes, mas parece que quanto mais eu prometo menos eu posto, por isso não digo mais nada.
Beijos ;*

sábado, 14 de novembro de 2009

Caminhos.


"It's such a long long way to go
Where I'm going, I don't know
Yeah, I'm just following the road
Through a walk in the sun
Through a walk in the sun"


Tenho saudades de uma época bonita, que não tínhamos preocupações e o tempo passava lentamente pelos meus olhos. Tenho saudades das nossas longas conversas naquela tarde de inverno onde nada tinha importância, onde o mundo era só nós dois e mais ninguém. Tenho saudades do futuro, do que não aconteceu.
Hoje tudo acontece tão rápido que tenho medo de ficar parada observando a vida passar diante de mim como em uma vitrine. Quero aproveitar cada dia sabendo que eles são únicos e que não poderei voltar atrás mesmo correndo o risco de errar. No futuro, quero olhar no espelho e confessar à mim mesma que nada foi em vão, que nenhum momento foi desperdiçado e que conseguira o maior objetivo de todos: ser feliz!
Sim, as saudades permanecerão no meu peito tentando encontrar uma maneira de me fazer voltar no tempo. Enquanto isso, tento refazer esse caminho que me desviei e, quem sabe não me perco e acho uma nova estrada para um lugar bonito, onde o céu seja laranja, as árvores lilás e as nuvens de chantilly?