Nuvens de Chantilly
Por um mundo mais doce.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Cinq
"Eu sei que você tem medo de não dar certo
Acha que o passado vai estar sempre perto
E que um dia eu vou me arrepender
E eu quero que você não pense em nada triste
Porque quando o amor existe
O que não existe é tempo pra sofrer"
O que são cinco anos comparado à eternidade?
domingo, 23 de janeiro de 2011
Conquista
"Oh yeah, I'm fine,
Everything's just wonderful,
I'm having the time of my life."
Se havia uma luz no fim? Bem, havia e eu cheguei lá.
Comunicação Social na UFRJ que me aguarde!
Um post rápido e transbordando felicidade, eu tinha que compartilhar isso.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Há luz no fim do tubo?
Aquela onda quebrou bem em cima de mim, e eu só fechei os olhos. Era impossível tirar aquele sentimento de frustração do meu peito. Era tão grande que doeu, doeu muito. Parecia que os sacrifícios foram jogados ao mar tornando tudo que me cercava sem sentido. A única coisa a ser feita era deixar as lágrimas se misturarem à água do mar.
Com isso, descobri que sua voz me acalma, e que décimos fazem a diferença.
Se o blog foi um dos motivos para ficar comigo. Você é um dos motivos para eu voltar com o blog.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Voltei.
"Faz muito tempo que eu não escrevo nada
Acho que foi porque a TV ficou ligada
Me esqueci que devo achar uma saída, e usar palavras
pra mudar a sua vida!"
Já estava pensando eu voltar com o blog a algum tempo, e graças a algumas influências externas (Gustavo, obrigada) e ao final das provas de vestibular decidi retornar ao meu cantinho tão especial.
Fiz algumas mudanças, como o nome que antes era 'Unsaid Things'. Decidi colocar 'Nuvens de Chantilly' porque já era o endereço e a maneira que eu o chamava/chamo. Mudei também o background azul clarinho, que não estava aparecendo mais. Então ele está provisoriamente branco.
Pretendo postar os textos uma vez por semana (pode deixar que vou me programar e cumprir, algo que eu não fazia antes) e fazer algumas coisas diferentes.
Boas Festas!
Acho que foi porque a TV ficou ligada
Me esqueci que devo achar uma saída, e usar palavras
pra mudar a sua vida!"
Já estava pensando eu voltar com o blog a algum tempo, e graças a algumas influências externas (Gustavo, obrigada) e ao final das provas de vestibular decidi retornar ao meu cantinho tão especial.
Fiz algumas mudanças, como o nome que antes era 'Unsaid Things'. Decidi colocar 'Nuvens de Chantilly' porque já era o endereço e a maneira que eu o chamava/chamo. Mudei também o background azul clarinho, que não estava aparecendo mais. Então ele está provisoriamente branco.
Pretendo postar os textos uma vez por semana (pode deixar que vou me programar e cumprir, algo que eu não fazia antes) e fazer algumas coisas diferentes.
Boas Festas!
domingo, 9 de maio de 2010
Déjà vu
Ela estava parada distante de mim. Olhava a imensidão azul que nos cercava e quando olhava na minha direção parecia enxergar através de mim, ou talvez não me enxergava. Algo não me era estranho, tinha a sensação que já havia visto aqueles longos cabelos castanhos que teimavam em desarrumar com o vento e aqueles pequenos olhos dispersos e perdidos.
Eu queria chegar mais perto. Andei poucos metros, mas ainda continuava distante e quando tentei gritar minha voz se perdeu no vazio. Aqueles olhos angustiados me deixavam aflita, e por mais vontade que tinha de ajudar, nada poderia ser feito.
Mesmo assim cheguei mais perto. Agora poderia ver detalhes que me faziam acreditar ainda mais que a conhecia, como a maneira que ela andava de um lado para o outro com seus pés ligeiramente tortos e o modo que ela ficava apertando seu colar sobre o peito. Talvez a conhecesse dos meus devaneios, dos meus sonhos ou aquilo fosse uma simples sensação de déjà vu. Só sei que de algum modo nossos pensamentos se conectavam, eu conseguia sentir seus desejos e medos. Eu tentava desvendar o porquê da menina sozinha no meio do nada. Acho que ela desejava aquilo. Decidi ir embora logo.
Até hoje não sei se realmente vi aquela garota ou se era apenas meu reflexo em um espelho qualquer.
;*
domingo, 18 de abril de 2010
Carta à um amor do passado

Nós pensávamos que quando acabássemos iríamos morrer, iríamos chorar até nossas lágrimas secarem e inundarem o mundo. Mas quando acontece a gente percebe que não fora tão duro assim que na verdade aquilo tinha que acontecer e sem que percebêssemos, rezávamos todo dia pedindo por isso.
Não foi falta de amor, talvez ele nem tenha existido, talvez era só uma amizade bonita e sincera como no princípio, uma carência e uma afinidade fora do comum que fora de extrema importância para colocar os pingos nos “is”. Alguns momentos durarão para sempre como uma bela fotografia presa na parede da nossa memória junto com todas as outras que nos remetem a momentos bons. Não esquecerei dos seus beijos, dos seus abraços e principalmente das nossas longas conversas.
Por mais que a gente queria, nunca é fácil dizer “adeus”. A acomodação e o medo da incerteza não nos permite fazer isso. Tenho certeza que foi melhor assim e que nossa amizade permanecerá intacta. Torço muito para que encontre o outro pedaço de sua alma, e sei que você me deseja o mesmo.
Sempre prometo que vou tentar postar mais vezes, mas parece que quanto mais eu prometo menos eu posto, por isso não digo mais nada.
Beijos ;*
terça-feira, 23 de março de 2010
Meus filmes, minha vida

O filme era preto e branco, mas não era antigo, pelo contrário, mais atual era impossível. Ele parecia nos prender na monotonia e futilidade da vida da mocinha sem graça, que por sinal, não exercia bem o grandioso papel que lhe fora dado. Ela não conseguia se destacar dos demais personagens. Acho que eu até poderia classificar como ficção-científica, afinal, todos pareciam clones (im)perfeitos da última estrela pop lançada semana passada, todos davam os mesmos abraços murchos, os mesmos sorrisos falsos e falavam as mesmas frases clichês. E o mocinho? O galã agora era trocado a cada semana, quase sempre por nunca satisfazer todas as expectativas da principal. E o romance, tempero dos filmes, fora riscado do roteiro do filme.
Eu não conseguia suportar aquela película fria e cansativa que cismava em se repetir em todos os canais. Não agüentava mais aquele espelho de uma sociedade morta, previsível e sem ideais.Eu queria mais... Eu queria as cores de Almodóvar, romances ardentes, passarinhos na janela, diálogos inteligentes, passeios pelo desconhecido com a (in)certeza de um final feliz.
Foi aí que comecei a escrever meu filme...
Demorei, mas postei.
Beijos.
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