sábado, 27 de outubro de 2012

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Aquelas palavras




Ele fixou seus olhos nos meus. Eu não esperava aquelas palavras, não naquele momento. Porém eu queria ouvi-las. Aquele sentimento já havia me inundado, meu coração sorriu e minha boca correspondeu.

- Eu também te amo.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Dancing together




Quero deitar sobre o seu peito e ouvir seu coração. Dançar com seu ritmo. Dançar no seu ritmo.  Dançar...


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cinq


"Eu sei que você tem medo de não dar certo
Acha que o passado vai estar sempre perto
E que um dia eu vou me arrepender

E eu quero que você não pense em nada triste
Porque quando o amor existe
O que não existe é tempo pra sofrer"

O que são cinco anos comparado à eternidade?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Conquista


"Oh yeah, I'm fine,
Everything's just wonderful,
I'm having the time of my life."


Se havia uma luz no fim? Bem, havia e eu cheguei lá.
Comunicação Social na UFRJ que me aguarde!

Um post rápido e transbordando felicidade, eu tinha que compartilhar isso.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Há luz no fim do tubo?



Aquela onda quebrou bem em cima de mim, e eu só fechei os olhos. Era impossível tirar aquele sentimento de frustração do meu peito. Era tão grande que doeu, doeu muito. Parecia que os sacrifícios foram jogados ao mar tornando tudo que me cercava sem sentido. A única coisa a ser feita era deixar as lágrimas se misturarem à água do mar.
Com isso, descobri que sua voz me acalma, e que décimos fazem a diferença.


Se o blog foi um dos motivos para ficar comigo. Você é um dos motivos para eu voltar com o blog.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Voltei.

"Faz muito tempo que eu não escrevo nada
Acho que foi porque a TV ficou ligada
Me esqueci que devo achar uma saída, e usar palavras
pra mudar a sua vida!"


Já estava pensando eu voltar com o blog a algum tempo, e graças a algumas influências externas (Gustavo, obrigada) e ao final das provas de vestibular decidi retornar ao meu cantinho tão especial.
Fiz algumas mudanças, como o nome que antes era 'Unsaid Things'. Decidi colocar 'Nuvens de Chantilly' porque já era o endereço e a maneira que eu o chamava/chamo. Mudei também o background azul clarinho, que não estava aparecendo mais. Então ele está provisoriamente branco.
Pretendo postar os textos uma vez por semana (pode deixar que vou me programar e cumprir, algo que eu não fazia antes) e fazer algumas coisas diferentes.
Boas Festas!

domingo, 9 de maio de 2010

Déjà vu



Ela estava parada distante de mim. Olhava a imensidão azul que nos cercava e quando olhava na minha direção parecia enxergar através de mim, ou talvez não me enxergava. Algo não me era estranho, tinha a sensação que já havia visto aqueles longos cabelos castanhos que teimavam em desarrumar com o vento e aqueles pequenos olhos dispersos e perdidos.
Eu queria chegar mais perto. Andei poucos metros, mas ainda continuava distante e quando tentei gritar minha voz se perdeu no vazio. Aqueles olhos angustiados me deixavam aflita, e por mais vontade que tinha de ajudar, nada poderia ser feito.
Mesmo assim cheguei mais perto. Agora poderia ver detalhes que me faziam acreditar ainda mais que a conhecia, como a maneira que ela andava de um lado para o outro com seus pés ligeiramente tortos e o modo que ela ficava apertando seu colar sobre o peito. Talvez a conhecesse dos meus devaneios, dos meus sonhos ou aquilo fosse uma simples sensação de déjà vu. Só sei que de algum modo nossos pensamentos se conectavam, eu conseguia sentir seus desejos e medos. Eu tentava desvendar o porquê da menina sozinha no meio do nada. Acho que ela desejava aquilo. Decidi ir embora logo.
Até hoje não sei se realmente vi aquela garota ou se era apenas meu reflexo em um espelho qualquer.

;*

domingo, 18 de abril de 2010

Carta à um amor do passado


Nós pensávamos que quando acabássemos iríamos morrer, iríamos chorar até nossas lágrimas secarem e inundarem o mundo. Mas quando acontece a gente percebe que não fora tão duro assim que na verdade aquilo tinha que acontecer e sem que percebêssemos, rezávamos todo dia pedindo por isso.
Não foi falta de amor, talvez ele nem tenha existido, talvez era só uma amizade bonita e sincera como no princípio, uma carência e uma afinidade fora do comum que fora de extrema importância para colocar os pingos nos “is”. Alguns momentos durarão para sempre como uma bela fotografia presa na parede da nossa memória junto com todas as outras que nos remetem a momentos bons. Não esquecerei dos seus beijos, dos seus abraços e principalmente das nossas longas conversas.
Por mais que a gente queria, nunca é fácil dizer “adeus”. A acomodação e o medo da incerteza não nos permite fazer isso. Tenho certeza que foi melhor assim e que nossa amizade permanecerá intacta. Torço muito para que encontre o outro pedaço de sua alma, e sei que você me deseja o mesmo.

Sempre prometo que vou tentar postar mais vezes, mas parece que quanto mais eu prometo menos eu posto, por isso não digo mais nada.
Beijos ;*

terça-feira, 23 de março de 2010

Meus filmes, minha vida


O filme era preto e branco, mas não era antigo, pelo contrário, mais atual era impossível. Ele parecia nos prender na monotonia e futilidade da vida da mocinha sem graça, que por sinal, não exercia bem o grandioso papel que lhe fora dado. Ela não conseguia se destacar dos demais personagens. Acho que eu até poderia classificar como ficção-científica, afinal, todos pareciam clones (im)perfeitos da última estrela pop lançada semana passada, todos davam os mesmos abraços murchos, os mesmos sorrisos falsos e falavam as mesmas frases clichês. E o mocinho? O galã agora era trocado a cada semana, quase sempre por nunca satisfazer todas as expectativas da principal. E o romance, tempero dos filmes, fora riscado do roteiro do filme.
Eu não conseguia suportar aquela película fria e cansativa que cismava em se repetir em todos os canais. Não agüentava mais aquele espelho de uma sociedade morta, previsível e sem ideais.Eu queria mais... Eu queria as cores de Almodóvar, romances ardentes, passarinhos na janela, diálogos inteligentes, passeios pelo desconhecido com a (in)certeza de um final feliz.
Foi aí que comecei a escrever meu filme...

Demorei, mas postei.
Beijos.

sábado, 6 de março de 2010

Maldita inspiração



Dez minutos.
Só havia eu e mais dois meninos naquela sala. Parecia que cada minuto a mais me deixava mais desesperada. O tempo corria tão depressa e eu ainda não tinha feito a última parte. Logo a redação, algo que me julgavam tão boa...
Eu não tinha o que escrever, minha mente parecia uma sala branca absolutamente sem nada. O que estava faltando? Qual era o problema?Alguma espécie de bloqueio? Inspiração?
Maldita inspiração.
Só me aparece nos momentos inoportunos, nos momentos que minha caneta preta e meu fiel caderno estão distantes. Tem horas que é minha melhor amiga, tem horas que simplesmente desaparece sem deixar vestígios e me deixando sem saber o que falar ou escrever. A inspiração pode vir revoltada, romântica (normalmente quando me lembro dos seus olhos), triste, mas quando ela aparece tudo parece mais fácil de fazer. Queria que ela estivesse aqui para sempre...
Sem perceber, eu escrevera tudo que pensara naquela folha. Uma sensação boa tomou conta de dentro de mim, parecia com a sensação de dever cumprido e entreguei aquela prova antes complicada com total esplendor. Quando o sinal tocou entreguei a prova com certeza absoluta de total aprovação.
Todos elogiaram tanto a minha redação, pena que tirei um zero, afinal o tema era Meio Ambiente.

Desculpa a demora para postar é que eu quase não estou entrando na internet por causa da escola e do pré-vestibular que ocupam meu dia todo.
Vou tentar postar sempre, eu prometo. E ainda vou postar os selinhos que ganhei depois. É que esse post está meio corrido. ;*
Obs.: Alguém me ajuda a fazer um novo layout?

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Todo carnaval tem seu fim


Todos carnavais da minha vida foram tediosos. Não que eu não gostasse de carnaval, mas nunca tive oportunidade de aproveitá-los. O que é o carnaval para uma pessoa que não bebe e não sabe sambar?
Escolhi o baile de carnaval do clube para ir, queria um lugar relativamente tranqüilo para a minha estréia carnavalesca, afinal as ruas estavam sempre tumultuadas, lotadas de barraquinhas e bate-bolas.
Minha fantasia de colombina não impressionava perto dos trajes grandiosos das outras pessoas. Observava a feição de cada pessoa no local, enquanto tocava uma marchinha qualquer, e era isso que me impressionava: o carnaval era a única época do ano que podemos ser quem quisermos, podemos virar heróis e vilões, homem vira mulher e mulher vira homem. Enquanto as máscaras são colocadas, as verdadeiras máscaras, as que ficam presas no nosso rosto o ano todo caem. Não precisamos fazer as caras e bocas e tentar parecermos grandes, afinal é carnaval, ninguém se importa com isso e todas as pessoas por alguns dias são iguais.
Nesse jogo de observação meu olhar parou em uma pessoa em especial, ele estava vestido uma fantasia que eu não consegui identificar e parecia tão feliz que conseguia me fazer sorrir só de ver tamanha felicidade. Ele caminhava na minha direção com um passo leve e descontraído, acho que até acompanhando o ritmo da música. Quando chegou perto soltou algumas doces palavras no meu ouvido...
No final do baile era como se nos conhecêssemos deste sempre. Mas sabia que ao final do feriado, quando todas as máscaras voltassem para os rostos, não nos conheceríamos mais, pior, não nos reconheceríamos mais.
“Ai, queria que fosse carnaval todo o dia”.

Não ficou muito bom esse post atrasado sobre carnaval, mas está valendo.
Boa volta às aulas.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Viva o dia


"Gather your rosebuds while you may. Old time still a-flying; and this same flower that smiles today, tomorrow will be dying"


Hoje. Hoje eu só quero acordar mais viva. Pular cedo da cama comemorar mais um dia único que está por vir, quero esquecer todas as tristezas e aflições que me cercam no meu, talvez, tolo cotidiano e seguir em frente. Hoje é dia de cumprir promessas vencidas e observar o mar na sua mais doce calmaria. Dia de não se importar com a vida alheia das pessoas que tanto te fazem mal porque as pessoas que realmente te fazem bem estarão comigo.
Quero colocar o mais belo vestido e atrair olhares, não pela minha beleza mas sim pela minha magnitude, pelo fato d’eu estar viva. Depois pararei na cafeteria mais próxima e tomaria o melhor café sentindo todos os gostos e aromas possíveis e seguiria caminhando como se não houvesse amanha.
Queria dar a volta ao mundo hoje também, mas há algo que me impede: o tempo. Talvez exclua algo da minha lista para que eu possa fazer isso. Se der, verei o pôr do Sol da mais bela praia e gritarei para todos ouvirem o nome do meu amor.
Farei o caminho de volta cumprimentando todas as pessoas especiais que conheci nesse imponente dia. Quando chegar em casa colocarei a minha banda preferida no ultimo volume para tocar enquanto tento simplesmente dormir pensando no dia seguinte quando acordarei e farei tudo novo.

A foto e a frase desse post são de um dos meus filmes preferidos: "Sociedade dos Poetas Mortos"

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Um toque de café e solidão


-Café, por favor.
Sozinha, vejo as pessoas passarem por essa janela. Observo seus cotidianos simples, tento descobrir seus enigmas, seus pecados e suas virtudes. Tento decifrar seus pensamentos através de suas feições. Fico feliz, e me angustio com elas, seus sentimentos são passados tão facilmente para mim, mesmo que por segundos, pois logo depois esqueço tentando desvendar outros pensamentos, dessa vez de uma simples senhora ou de um belo rapaz. Tantos rostos, todos tão bonitos e tão complexos, cada um com sua essência.
Eles não notam minha presença, aliás, como notariam se hoje em dia todo mundo anda correndo e com a cabeça nas nuvens? Mal sabem eles, que fazem parte da minha vida e do meu cotidiano solitário, que são meus únicos amigos, amigos invisíveis mas que me ajudam muito, eles e o café. Aliás...
-Outra xícara de café, por favor.

Desculpa pela demora para postar, mas como disse no post anterior eu estava viajando. Senti saudades desse meu cantinho...

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Ano novo, vida nova?



Passarei o ano de azul da cor do céu, não pularei sete ondas e não comerei lentilha. Cansei das mesmas promessas fúteis e tolas que estou farta de fazer. Espero um ano melhor sim, mas buscarei isso à minha maneira.
Sou eu que faço o ano, e descobri que não preciso de um “ritual” para mudar. Não preciso esperar para fazer diferente. A mudança está no modo de pensar e preciso realmente querê-la, é preciso acreditar. Todos os dias precisamos nos arriscar, desafiar o medo e mudar. A mudança é necessária a todo momento e só EU posso buscar um ano melhor da maneira que desejo.
Talvez meu vestido azul cor do céu não traga toda sorte que preciso, mas garanto que minhas atitudes trarão.



A Juü do Só Podia Né? me mandou selinhos super fofos. Juro que depois postarei aqui. E obrigada pela indicação, querida. :)

O post ficou simples, mas é só a maneira como enxergo as coisas.
Devo ficar um tempinho afastada do blog pois estarei viajando. Sentirei saudade de vocês, queridos.
Feliz Ano! Muita paz, saúde e felicidade em 2010!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Em busca da felicidade



Eu observava a reação daquelas pessoas na minha frente. Tão eufóricas, suas feições exalavam felicidade e seus olhos brilhavam como o de uma criança. Talvez eu estivesse meio assim também, afinal, quando gritaram “São ELES” eu entrei em um mundo paralelo, os meus mais profundos sonhos e anseios estavam virando realidade.
Culpo-me até agora por não ter conseguido sibilar um mísero “oi” quando um DELES me cumprimentou. Meus pensamentos voaram de uma tal maneira que não me lembro dos minutos subsequentes após tê-los perdido do meu campo de visão. Só lembro que implorar incessantemente para destino para que eu pudesse tocá-los ou pelo menos vê-los outra vez.
Mais uma vez um grito me alertou: “ELES descerão e falarão com todo mundo”. Sim, o meu coração acelerou, minha garganta secou e minha mente ficava repetindo o que deveria falar quando os visse, apesar de saber que não conseguiria dizer mais do que tolos monossílabos.
ELES desceram. Logo chegou minha vez. Quando um DELES me abraçou as palavras que tanto se repetiam na minha mente para serem ditas se prenderam na minha garganta e tudo que consegui fazer foi sorrir para a foto.
Mas eu precisava dizer, eu precisava falar, mas não podia ficar mais lá, já tinha acabado meu tempo! Eu olhei para ELE, e precisei parar pra pensar mais uma vez no que iria ser falado. Ignorei todas as pessoas que tentavam me tirar de lá, e falei. Foi um pedido com lágrimas presas nos olhos e palavras bobas, mas importantes. ELE olhou para mim e respondeu...
Um enorme sorriso se abriu na minha cara. Naquele momento eu era a pessoa mais feliz do mundo.

Desculpa a demora para postar, é que simplesmente, do nada, minha vida social resolveu despertar das profundezas.
Beijos.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Futuro do Pretérito


A garota estava incerta. Ela tinha medo do seu futuro, ela tinha medo de entrar em um abismo por onde nunca andou. Ela não percebia que não precisava temer, que apesar de incerto não era desconhecido.
Ela não precisava pensar só no futuro, com isso deixaria de viver o presente, veria tudo escorrer pela palma de suas mãos e quando quisesse voltar no tempo seria tarde demais...
Uma vez conversando com um amigo, ele disse: “O futuro não existe na prática e muita gente esquece do presente. O futuro é o presente em si, só que modificado”. Essa frase a fez pensar. Era como se ela tivesse despertado, descoberto uma nova forma de encarar os fatos. O mundo era dela e só agora a menina havia percebido. Não tinha o que temer, pois futuro é criação de cada um. Ela tinha que viver o agora e mudar quando for necessário para chegar aonde deseja.
Agora a garota começou a aprender a viver...


Eu sei que os textos desse blog parecem ter uma temática bem parecida mas só refletem na fase que estou vivendo.
E queria mandar um beijinho especial para o Márcio porque ele me ajuda muito e, bem... esse post é mais dele do que meu. E para a Mariah, que sempre é muito fofa lendo meus textos antes para ver se está realmente bom. Obrigada. (:

domingo, 22 de novembro de 2009

Escolhas...


"I had to find myself.
I had to find myself.
No use looking for no one else,
'Cause I'll be lonely till I find myself"


Por favor, espere um momento.
Eu só preciso de um minuto. Eu preciso parar, deitar na grama e olhar para o céu com o azul mais belo. Preciso pensar. Pensar em nada, pensar em tudo. Gritar o mais alto que eu puder, transcender o limite da minha voz. Voar...
Quero me encontrar. Descobrir-me. Acabar com todas frustrações que me atormentam por ainda não ter encontrado meu lugar no mundo. Tudo me deixa confusa, que não sei que rumo tomar, o que será melhor. Tão pouco tempo resta para que a minha vida seja tomada por um turbilhão de escolhas e responsabilidades, e estou aqui, parada em uma encruzilhada com um monte de setas gigantes me apontando diversos caminhos a serem seguidos.
Tenho que refletir, decifrar meus pensamentos para acabar com essa antítese. Deixar de lado meus devaneios e pisar firme no chão para me encontrar.
Mas calma, depois de um minuto estarei de volta. Mudada, mas estarei de volta.

;*

sábado, 14 de novembro de 2009

Caminhos.


"It's such a long long way to go
Where I'm going, I don't know
Yeah, I'm just following the road
Through a walk in the sun
Through a walk in the sun"


Tenho saudades de uma época bonita, que não tínhamos preocupações e o tempo passava lentamente pelos meus olhos. Tenho saudades das nossas longas conversas naquela tarde de inverno onde nada tinha importância, onde o mundo era só nós dois e mais ninguém. Tenho saudades do futuro, do que não aconteceu.
Hoje tudo acontece tão rápido que tenho medo de ficar parada observando a vida passar diante de mim como em uma vitrine. Quero aproveitar cada dia sabendo que eles são únicos e que não poderei voltar atrás mesmo correndo o risco de errar. No futuro, quero olhar no espelho e confessar à mim mesma que nada foi em vão, que nenhum momento foi desperdiçado e que conseguira o maior objetivo de todos: ser feliz!
Sim, as saudades permanecerão no meu peito tentando encontrar uma maneira de me fazer voltar no tempo. Enquanto isso, tento refazer esse caminho que me desviei e, quem sabe não me perco e acho uma nova estrada para um lugar bonito, onde o céu seja laranja, as árvores lilás e as nuvens de chantilly?

sábado, 31 de outubro de 2009

Finais.



"Everybody knows the end
When the curtain hits the floor
And everybody knows the end
Don't wanna get there wishing that you given more"



O espetáculo acabou, a cortina fechou. A mocinha não teve um final feliz. O príncipe encantado a deixou antes mesmo das frases feitas e das juras de amor. Só sobrou o medo, a insegurança e o eco das palavras não ditas. Momentos que não serão esquecidos, que apenas mudarão de plano. Sentimentos escondidos, nunca revelados. O maior aprendizado de todos: amar.
A mocinha ainda não aprendeu, ela preferia não ter sentimentos, ter os olhos realmente vazios do que ver a partida de seu príncipe, do que ver seu coração chorar ao implorá-lo para não deixá-la. Ela o procura, o espera, sente sua vida incompleta, como se faltasse o chão. A heroína não tem pressa, sempre estará na sacada tentando avistá-lo entre os montes. Isso até o início de um novo espetáculo, onde os personagens são trocados e o ciclo recomeça. Agora esperando um final feliz.
Mas não esqueça, mocinha, finais felizes também são finais.

Bom final de semana. ;*